posted by FNV on 11:41 AM
#POR FALAR EM PALHAÇOS...:
O problema desta malta é que, este ano, não está lá ninguém para fazer palhaçadas e afastar jogadores importantes das equipas. No ano passado, Mossoró nunca poderia ter marcado pois já tinha sido marcado. Agora vingou-se.
posted by VLX on 11:33 AM
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O ESFÉRICO É REDONDO...:
...mas A Bola está cheia de arestas cortantes. A começar pela capa, onde (julgo que pela primeira vez vindo de um órgão da comunicação social) acusa directamente um árbitro de intervir deliberadamente para falsear intencionalmente um resultado.
"Xistra decide o que estava decidido" e "FC Porto não precisava deste árbitro para ser campeão por mérito" são acusações gravíssimas, nem sei como é que este árbitro, em especial, e a comissão de arbitragem irão reagir a semelhante coisa.
Como sempre, A Bola tenta passar a mão pelo pêlo dos benfiquistas, preferindo acusar o árbitro a sublinhar o golaço de Mossoró ou a capoeira de Roberto. Imagino que assim consiga vender o jornal de hoje a um bando de monco caído, coisa que de outra forma seria impossível.
Quem também gosta muito de passar a mão pelo pêlo dos outros é Jesus, desta feita a Alan, mas A Bola assegura-nos que é por brincadeira. É. Deve ser brincadeira, como a brincadeira de Javi Garcia que, afiança também A Bola, "esboça uma reacção com o braço esquerdo" sobre Alan, sempre o mesmo. São todos uns brincalhões, que queridos, tão divertidos, tão foliões, que cómicos que eles são. Uns verdadeiros pândegos...
Nada se modificou desde a última vez que escrevi sobre a situação política. Não obstante, tenho passado os olhos por rolo imensos de arguta análise. Não há contradicção: um conjunto de pessoas encerradas num elevador avariado não aguarda o socorro em silêncio.
A ausência, quase total, de sentido colectivo no inconsciente grupal português ( que não sei explicar) continuará a permitir , durante algum tempo, a fragmentação do trabalho social para a resolução dos problemas. Os partidos de poder continuarão preocupados com sondagens enquanto geram as futuras gerações de controleiros profissionais, os partidos de protesto continuarão a tentar capitalizar o desespero. As pesoas comuns terão um único objectivo: resistir e salvar o que é seu.
Não creio que o esboço de Rui Rio valha alguma coisa. Num condomínio que se endividou até à morte e em que os vários grupos organizados de condóminos nem querem ouvir falar do véu de ignorância ( a experiência de Rawls), a solução dificilmente partirá de um rearranjo colectivo.
Sei que a hipótese de uma solução é arriscada, mas um liberal à moda antiga acredita sempre no indivíduo. Nos partidos, nas escolas, nas empresas, nos media, existem com certeza homens e mulheres indiferentes à letargia e à subserviência. Não falo de condutores do povo ( demagogos), falo de acções individuais de pessoas descomprometidas com os aparelhos de dominação política , económica e intelectual. Uma espécie de gente a quem falta uma coisa: ambição de glória.
As grandes mudanças não se fazem por inspiração divina, fazem-se por necessidade.
Estive a consultar os arquivos: não há notícia de uma equipa perder o título com a vantagem que o FCP leva nesta altura. Repito que escrevi na altura dos 5-0:o título fica bem entregue. Racionalmente, seria necessário um descalabro para inverter a situação. Se assim fosse, também o título ficaria bem entregue ao Benfica, pois se o FCP perdesse tal vantagem, e a tão curta distância da meta, não mereceria ser campeão.
Nuam equipa de topo, a gestão é tão importante como a habilidade táctica ( o FM ensina isso) . Cometemos erros de planeamento que nos custaram caro. Recuperámos e jogamos agora um futebol espectacular, embora ainda frágil em termos de domínio do jogo, e não dispomos de alternativas para as faixas ( defensivas e atacantes), que é onde JJ assenta o seu futebol.
Se houver critério: manter a estrutura, reforçá-la onde é necessário e preparar uma bela luta para a próxima época. Talvez aconteça o que há muito não acontece: uma equipa com jogadores com muitos anos de casa, poucas mexidas, uma avaliação exacta das necessidades de reforço e das expectativas de sucesso.
O FCP foi a equipa que melhor dominou o espaço do jogo ( é incrível como a entrevista que Xavi deu na passada semana não teve impacto nos meios comentadeiros), com mérito total de Villas-Boas, adicionando a esse domínio os ovos essenciais: dois avançados superiores e decisivos.
Ratzinger ilibou os judeus da morte de Cristo. Talvez o Papa seguinte explique, a alguns bloggers portugueses, que também não foram os judeus os responsáveis pelas orgias que alguns sacerdotes organizaram com pequenos acólitos.
Alguns bloggers católicos portugueses, os que assinam e os que se escondem, não acreditam no chefe da ICAR. São uns hereges.
Villas-Boas não precisa de uma FCPorto-TV para nada. O ambiente é informal e acolhedor, com muitos risinhos e suspiros. Ele é o "André" e os jornalistas são "o António" ( ou o Manel, Júlio, etc).
O Benfica, rival directo sempre presente nestas festas-tupperware, nunca é o Benfica. É "o outro adversário", " o "segundo classificado eufórico", a "outra equipa".
Já vi muito tipo ser chamado. O rufia malcriado que é chamado ao gabinete do Director, o embaixador malcomportado que é chamado ao seu País. Ainda recentemente vi um árbitro (ou, parece aos que lêem os lábios, a sua progenitora…) ser chamado por Coentrão e jogadores do Marítimo serem chamados por Jesus (embora não, obviamente, como em tempos eram chamados os pescadores).
Mas nunca vi um Primeiro-Ministro de um país independente “ser chamado” a ir prestar contas a outro País. Esta coisa de Sócrates ter sido “chamado” a ir à Alemanha explicar-se à Chanceler é inexplicável.
A submissão que o desgoverno socialista impôs ao nosso pobre Portugal é inadmissível. Como é inadmissível que não se veja no País uma onda de revolta imensa por mais esta vergonha que os socialistas nos fazem passar. Somos um País desgraçado que “é chamado” a ir prestar contas à Chanceler da Alemanha. E quem nos tornou estes desgraçados que são “chamados” foi este desgraçado Primeiro-Ministro e a sua trupe que nos desgoverna.
E ninguém se indigna?!?
posted by VLX on 10:41 PM
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ADEUS AO DIA SEGUINTE:
Por motivos muito simples. Aquele senhor que fala pelo Benfica no aludido programa negou a agressão de Cardozo ao infeliz guarda-redes do Marítimo (esta coisa das agressões dos jogadores benfiquistas aos guarda-redes adversários está a tornar-se moda. Espero que mais ninguém se aleije).
Depois, vergado pela evidência das imagens que, de todos os prismas, mostravam que ele se atirou contra o desgraçado, ferrando-lhe a seguir uma cotovelada e deixando-o estendido na relva, o mesmo opinador comentou a coisa dizendo e repetindo que se o episódio fosse no Dragão nenhum árbitro marcaria falta.
Era apenas isto o que se oferecia dizer àquele senhor com cara de inteligente. Faria melhor figura a mandar vir toiros no Campo Pequeno. Uma vez que tenho muito pouco tempo livre e nenhuma paciência para ouvir comentários disparatados é preferível deixar de ver o programa.
posted by VLX on 11:25 AM
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SEE YOU LATER ALIGATOR:
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