PORTUGAL A ARDER: Infelizmente, este título é-nos tão familiar todos os anos como a proverbial burocracia dos serviços públicos, as mortes nas estradas, a (não) justiça kafkiana, a esperteza saloia, as listas de espera ou mesmo a pobreza dos últimos programas do Herman. Por vezes, é difícil não sentir que o barco não só encalhou como se afunda a olhos vistos e que os políticos deste país fazem parte de uma grande e desafinada orquestra, em que cada músico nunca tenta tocar melhor que os outros. Apenas mais alto e mais baixo.
Mar de opinioes, ideias e comentarios. Para marinheiros e estivadores, sereias e outras musas, tubaroes e demais peixe graudo, carapaus de corrida e todos os errantes navegantes.